A questão é: streams não funcionam como a compra de músicas. Os fãs pagam pelo acesso ilimitado, não por faixa ouvida. Por isso, o pagamento não é realmente feito com base em uma taxa por stream, não no Spotify nem em outros grandes serviços de stream. Em vez disso, você recebe com base na sua parte no total de streams, o que é chamado de “cota por número de streams”.
Nosso foco é simples: maximizar o valor total recebido pelos artistas e compositores. Os dados neste site mostram esse progresso. Em 2025, pagamos mais de US$ 11 bilhões, mais do que qualquer outro serviço de stream e mais do que em qualquer ano na nossa história. Esse número aumentou mais de 10 vezes desde 2014 e representa uma grande parte dos quase US$ 70 bilhões que o Spotify já pagou desde sua fundação.
Nossos incentivos estão alinhados aos dos artistas: como todos os principais serviços de stream, cerca de dois terços de cada dólar gerado com música retorna para os detentores de direitos dos artistas e compositores. Isso significa que o pagamento dos artistas acompanha nosso crescimento.
Nosso modelo gera mais engajamento dos fãs e receita de mais lugares. Isso significa mais pagamentos do Spotify para os detentores de direitos. É por isso que pagamos mais do que qualquer outro serviço e, provavelmente, por isso que muitos outros serviços mantêm os pagamentos totais à indústria em segredo. Estamos maximizando a receita total, gerando o máximo de dinheiro possível para os detentores de direitos e seus respectivos artistas e compositores.
Sabemos que a “taxa por stream” pode parecer um cálculo intuitivo, e você pode querer ajuda para entender as comparações por stream entre serviços disponíveis publicamente. Explicamos por que esses números são assim na pergunta abaixo: “Por que a taxa por stream parece menor no Spotify do que em outros serviços?”